Ingredientes
- 1 lata de leite condensado
- Côco ralado a gosto
- 1 colher pequena de manteiga ou margarina
Preparo:
Taca tudo na panela até dar ponto e deixa esfriar antes de comer pra não queimar a língua.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Sobre a censura, sobre a moral e sobre o humor
Sobre a censura, sobre a moral e sobre o humor
Eu nunca assisti o tal do CQC – sim, eu juro, eu cheguei a ver um vídeo no youtube, mas não me interessou nem me fez rir, apesar de todos os elogios que ouço sobre o programa. Sabe aquelas matérias interessantes do Fantástico que você se diz: "peraí, isso aí é de um post do blog tal!"? Pois é, é o mesmo que pensei do CQC. Portanto, desliguem a tv e vão ler computador.
Agora, se CQC é bom ou ruim, não vem ao caso, nem vou argumentar, acho inútil argumentar sobre gosto, gosto se confunde muito com dogma e fé e vai entender estética – juro que queria entender a filosofia por trás da estética, mas Eros não me esclareceu o tanto quanto eu gostaria (talvez eu devesse desligar o Eros e ir ler um livro...). Mas o post não será sobre isso.
Estava vendo um post do twitter da Rubia quando descobri que o CQC está procurando um novo integrante. Aí logo surgiu na minha cabeça um comentário do tipo: "por que eles não contratam uma gostosa tipo Sabrina Sato ou Mulher Samambaia como 8o integrante? ". Daí fiquei pensando o quão degradante é um humor (ou qualquer programa) que usa gostosas pra reunir pontos de ibope, disso passei pra seguinte questão: "Toda censura é burra? No humor vale tudo?", só pelo caso de se pensar se seria moral ou não boicotar ou criticar esse tipo de atitude dos programas (e agora vocês sabem porque casei com um filósofo).
Antes de pular para a resposta, toda essa reflexão foi de segundos, sobre apenas um post de twitter, enquanto eu lavava pratos e colocava fita crepe nos cantos da parede, ou seja, eu costumo devanear filosoficamente sobre tudo e qualquer coisa, quem conhece meu blog pessoal, sabe disso. Quem conhece eu da comunidade de cabelos coloridos deve achar que estou pensando assim por causa do Eros e – sim, isso é uma justificativa, porque meus pensamentos tem copyrights só meus (apesar do interacionismo/behaviorismo ou qualquer outra coisa que você possa levar em conta nessa afirmação). E eu escolhi o Eros já por ser filósofo, não por ter cabelos macios e cacheados.
Mas voltando para a questão e todo o resto, eu lembrei de um texto (agora não me lembro qual) que falava do absurdo de qualquer censura, ainda mais se tratando de livros (como no caso dos livros adotados para as crianças que tinham – ohmeudeusdocéu! – palavreados e sexo (os livros tinham, não as crianças, você me entendeu)). E eu sempre ou quase sempre apoiei essa ideia: censura é algo extremamente idiota.
Mas, seja como for, ser totalitário nessa ideia é bastante complicado. Pense comigo: censura é algo idiota. Então eu devo aceitar que livros/novelas/filmes de teor altamente erótico sejam passados livremente pra crianças de 0 ano de idade a idosos de 100. Até aí, por mim, completamente ok. Mas se formos mais longe um pouco, censurar alguém por uma atitude imoral, seria besta. Ou censura tem dois sentidos nesse caso? Então, digamos, um cara mata um poodle toy de pancadas por diversão (fato verídico), seria idiota censurar isso? Pois é, pra mim censura não tem dois sentidos aí, tudo se trata de um mesmo sentido de censura: proibir. O problema é dividir o que é moral, do que é imoral. Portanto a questão é que a frase "qualquer tipo de censura é idiota" não é algo que eu aceite. Mas, por outro lado, talvez haja dois sentidos no censura sim, digamos: censurar atos é diferente de censurar ideias. Mas atos estão intrinsecamente ligados a ideias, ou não? Talvez não... eu posso escrever sobre sexo com crianças (ideia) ou posso filmar um filme pornográfico com crianças sendo bolinadas pela Xuxa (ação). Aí é que está, então reformulo a frase: "Censurar IDEIAS é idiota". Ou ideias podem partir pra ação? Ou ideias podem ferir? Entendem? É muito complicado! No meu caso, ideias não passam de ideias MESMO. E sim, milhares de mulheres podem achar muito excitante fantasiar que estão sendo estupradas (ideia), mas não gostariam NADA de ser realmente estupradas (ação), acredite.
Ou seja "Qualquer tipo de censura não é idiota, apenas as censuras que punem ideias". Porque não, ideias não ferem se não saem da sua cabeça. Sempre tem um imbecil que joga Doom e sai matando por aí, mas censurar Doom? Censurar o ato, não a ideia, a ideia em muitas cabeças não gera ação ("geração"), talvez na maioria.
Mas dentro disso, existe outro problema: as ideias que incitam os atos (a apologia), certo? Se eu falo: toda pessoa devia dar os peitos pra um gurizinho acariciar, porque é delicioso, isso é apologia. E a apologia deve ou não ser censurada? Aí conceituar o que é ou não é apologia seria dificultoso (é, de fato é).
O problema é que regras devem incluir todos, e sempre tem um merda que fode tudo. Democracia é um saco de conciliar com diversidade, concorda? A regra número 1 deveria ser apenas: "Não faça para o próximo o que não gostaria que fosse feito com você mesmo, ou melhor, o que esta pessoa não gosta que seja feito com ela (afinal você pode ser masoquista, isso não quer dizer que a outra pessoa também seja)". Isso simplifica um mooonte de leis – e também complica – afinal gostar é algo tão complexo, que nem quem entende de estética sabe explicar e... é, não existe moral que controle o mundo todo.
Agora, o rumo do meu post tomou todo outro, porque eu queria falar também de humor (mas bom, humor é ideia, e dificilmente apologia). Digamos que eu faça piada sobre crimes sexuais com crianças (estou usando o mesmo tema pra facilitar a comparação e porque é um tabu fácil de causar ódio, exceto para os padres católicos /sandy). Eu acho que falar brincando é MUITO menos perigoso ainda do que falar a sério, porque ninguém (normal) é influenciado por algo que está sendo ridicularizado ou patetizado (função do humor). Mas eis que depende muito do caso também. Ache absurdo ou não, eu acho MUITO mais aceitável fazer piada sobre crianças mancas, cegas, violentadas, esfomeadas, do que fazer piada em cima de uma gostosa. Porque o humor negro mexe com sua moral, mas não a tira do lugar, você pode muito bem rir da desgraça sua e alheia (geralmente pra amenizar o impacto e tornar a vida um pouco menos intragável, como é o meu caso), mas não compactuar com a existência dela. Porém dificilmente algo que é moralmente válido na nossa sociedade por caduquice – como é o caso da exploração da imagem das mulheres como mero objeto sexual –, vai ser refutado pelo humor, pelo contrário, vai ser só sedimentado. Algo que a moral já recusou (como o abuso sexual em crianças), não vai ser ressuscitado por uma brincadeira, mas algo que você nem sabe que é idiota, vai ser só vivificado enquanto você se masturba olhando a mulher samambaia (vai ver porque aí nem se está brincando com o fato, está sendo levado a sério e sustentando essa situação).
Vai ver que aí entra a diferença entre ficção e real, ideia e ato. Você brinca, você está no campo das ideias, da ficção, você fala a sério, é real, é próximo do ato. Mas nem tudo é apologia só porque é sério, pode ser crítica, por meio da ironia. E mais uma vez eu considero a brincadeira e a ironia saudáveis e não problemáticos. Mesmo (ou ainda mais, se quer saber!) o humor negro. O humor negro é uma pancada na sua cabeça que faz você questionar um valor tido como certo e inquestionável. Todo preconceito vem da falta de questionamento, pensa bem! Se você se questiona, você conhece o motivo do seu ódio ou paixão por determinado assunto. E quando você reconhece por meio mesmo do humor negro que comer criancinhas não é algo correto, você só reafirma sua posição e a reconhece, não a muda. Mesmo se seu humor é do tipo preconceituoso – sobre judeus ou negros, por exemplo. Sim, mesmo nesse caso cujo apoio ainda não foi extinguido por completo e ainda não é tabu, existe uma leve diferença, se seu humor é inteligente ou se é burro, se você está falando pra alguém inteligente ou pra alguém burro. Falar que negro é inferior de forma irônica, demonstrando que esse pensamento é ridículo, é MUITO BOM, falar isso de uma forma que sustente, não é. Mas depende, nem todo mundo entende a ironia, portanto... use com moderação.
Eu nunca assisti o tal do CQC – sim, eu juro, eu cheguei a ver um vídeo no youtube, mas não me interessou nem me fez rir, apesar de todos os elogios que ouço sobre o programa. Sabe aquelas matérias interessantes do Fantástico que você se diz: "peraí, isso aí é de um post do blog tal!"? Pois é, é o mesmo que pensei do CQC. Portanto, desliguem a tv e vão ler computador.
Agora, se CQC é bom ou ruim, não vem ao caso, nem vou argumentar, acho inútil argumentar sobre gosto, gosto se confunde muito com dogma e fé e vai entender estética – juro que queria entender a filosofia por trás da estética, mas Eros não me esclareceu o tanto quanto eu gostaria (talvez eu devesse desligar o Eros e ir ler um livro...). Mas o post não será sobre isso.
Estava vendo um post do twitter da Rubia quando descobri que o CQC está procurando um novo integrante. Aí logo surgiu na minha cabeça um comentário do tipo: "por que eles não contratam uma gostosa tipo Sabrina Sato ou Mulher Samambaia como 8o integrante? ". Daí fiquei pensando o quão degradante é um humor (ou qualquer programa) que usa gostosas pra reunir pontos de ibope, disso passei pra seguinte questão: "Toda censura é burra? No humor vale tudo?", só pelo caso de se pensar se seria moral ou não boicotar ou criticar esse tipo de atitude dos programas (e agora vocês sabem porque casei com um filósofo).
Antes de pular para a resposta, toda essa reflexão foi de segundos, sobre apenas um post de twitter, enquanto eu lavava pratos e colocava fita crepe nos cantos da parede, ou seja, eu costumo devanear filosoficamente sobre tudo e qualquer coisa, quem conhece meu blog pessoal, sabe disso. Quem conhece eu da comunidade de cabelos coloridos deve achar que estou pensando assim por causa do Eros e – sim, isso é uma justificativa, porque meus pensamentos tem copyrights só meus (apesar do interacionismo/behaviorismo ou qualquer outra coisa que você possa levar em conta nessa afirmação). E eu escolhi o Eros já por ser filósofo, não por ter cabelos macios e cacheados.
Mas voltando para a questão e todo o resto, eu lembrei de um texto (agora não me lembro qual) que falava do absurdo de qualquer censura, ainda mais se tratando de livros (como no caso dos livros adotados para as crianças que tinham – ohmeudeusdocéu! – palavreados e sexo (os livros tinham, não as crianças, você me entendeu)). E eu sempre ou quase sempre apoiei essa ideia: censura é algo extremamente idiota.
Mas, seja como for, ser totalitário nessa ideia é bastante complicado. Pense comigo: censura é algo idiota. Então eu devo aceitar que livros/novelas/filmes de teor altamente erótico sejam passados livremente pra crianças de 0 ano de idade a idosos de 100. Até aí, por mim, completamente ok. Mas se formos mais longe um pouco, censurar alguém por uma atitude imoral, seria besta. Ou censura tem dois sentidos nesse caso? Então, digamos, um cara mata um poodle toy de pancadas por diversão (fato verídico), seria idiota censurar isso? Pois é, pra mim censura não tem dois sentidos aí, tudo se trata de um mesmo sentido de censura: proibir. O problema é dividir o que é moral, do que é imoral. Portanto a questão é que a frase "qualquer tipo de censura é idiota" não é algo que eu aceite. Mas, por outro lado, talvez haja dois sentidos no censura sim, digamos: censurar atos é diferente de censurar ideias. Mas atos estão intrinsecamente ligados a ideias, ou não? Talvez não... eu posso escrever sobre sexo com crianças (ideia) ou posso filmar um filme pornográfico com crianças sendo bolinadas pela Xuxa (ação). Aí é que está, então reformulo a frase: "Censurar IDEIAS é idiota". Ou ideias podem partir pra ação? Ou ideias podem ferir? Entendem? É muito complicado! No meu caso, ideias não passam de ideias MESMO. E sim, milhares de mulheres podem achar muito excitante fantasiar que estão sendo estupradas (ideia), mas não gostariam NADA de ser realmente estupradas (ação), acredite.
Ou seja "Qualquer tipo de censura não é idiota, apenas as censuras que punem ideias". Porque não, ideias não ferem se não saem da sua cabeça. Sempre tem um imbecil que joga Doom e sai matando por aí, mas censurar Doom? Censurar o ato, não a ideia, a ideia em muitas cabeças não gera ação ("geração"), talvez na maioria.
Mas dentro disso, existe outro problema: as ideias que incitam os atos (a apologia), certo? Se eu falo: toda pessoa devia dar os peitos pra um gurizinho acariciar, porque é delicioso, isso é apologia. E a apologia deve ou não ser censurada? Aí conceituar o que é ou não é apologia seria dificultoso (é, de fato é).
O problema é que regras devem incluir todos, e sempre tem um merda que fode tudo. Democracia é um saco de conciliar com diversidade, concorda? A regra número 1 deveria ser apenas: "Não faça para o próximo o que não gostaria que fosse feito com você mesmo, ou melhor, o que esta pessoa não gosta que seja feito com ela (afinal você pode ser masoquista, isso não quer dizer que a outra pessoa também seja)". Isso simplifica um mooonte de leis – e também complica – afinal gostar é algo tão complexo, que nem quem entende de estética sabe explicar e... é, não existe moral que controle o mundo todo.
Agora, o rumo do meu post tomou todo outro, porque eu queria falar também de humor (mas bom, humor é ideia, e dificilmente apologia). Digamos que eu faça piada sobre crimes sexuais com crianças (estou usando o mesmo tema pra facilitar a comparação e porque é um tabu fácil de causar ódio, exceto para os padres católicos /sandy). Eu acho que falar brincando é MUITO menos perigoso ainda do que falar a sério, porque ninguém (normal) é influenciado por algo que está sendo ridicularizado ou patetizado (função do humor). Mas eis que depende muito do caso também. Ache absurdo ou não, eu acho MUITO mais aceitável fazer piada sobre crianças mancas, cegas, violentadas, esfomeadas, do que fazer piada em cima de uma gostosa. Porque o humor negro mexe com sua moral, mas não a tira do lugar, você pode muito bem rir da desgraça sua e alheia (geralmente pra amenizar o impacto e tornar a vida um pouco menos intragável, como é o meu caso), mas não compactuar com a existência dela. Porém dificilmente algo que é moralmente válido na nossa sociedade por caduquice – como é o caso da exploração da imagem das mulheres como mero objeto sexual –, vai ser refutado pelo humor, pelo contrário, vai ser só sedimentado. Algo que a moral já recusou (como o abuso sexual em crianças), não vai ser ressuscitado por uma brincadeira, mas algo que você nem sabe que é idiota, vai ser só vivificado enquanto você se masturba olhando a mulher samambaia (vai ver porque aí nem se está brincando com o fato, está sendo levado a sério e sustentando essa situação).
Vai ver que aí entra a diferença entre ficção e real, ideia e ato. Você brinca, você está no campo das ideias, da ficção, você fala a sério, é real, é próximo do ato. Mas nem tudo é apologia só porque é sério, pode ser crítica, por meio da ironia. E mais uma vez eu considero a brincadeira e a ironia saudáveis e não problemáticos. Mesmo (ou ainda mais, se quer saber!) o humor negro. O humor negro é uma pancada na sua cabeça que faz você questionar um valor tido como certo e inquestionável. Todo preconceito vem da falta de questionamento, pensa bem! Se você se questiona, você conhece o motivo do seu ódio ou paixão por determinado assunto. E quando você reconhece por meio mesmo do humor negro que comer criancinhas não é algo correto, você só reafirma sua posição e a reconhece, não a muda. Mesmo se seu humor é do tipo preconceituoso – sobre judeus ou negros, por exemplo. Sim, mesmo nesse caso cujo apoio ainda não foi extinguido por completo e ainda não é tabu, existe uma leve diferença, se seu humor é inteligente ou se é burro, se você está falando pra alguém inteligente ou pra alguém burro. Falar que negro é inferior de forma irônica, demonstrando que esse pensamento é ridículo, é MUITO BOM, falar isso de uma forma que sustente, não é. Mas depende, nem todo mundo entende a ironia, portanto... use com moderação.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Tranças...
Oi!
Ai ai sumida again,mas ainda dá tempo de um micro post de terça u.u
Uma pequena dica na verdade:
O canal do youtube de uma menina japonesa ensinado a fazer vários penteados,eu tava vendo videos em inglês p/aprender a fazer ''fishtail braids''',mas só o dela q msmo sem entender nda do q ela diz, está realmente claro o.o
Vale mto a pena fuçar os outros videos,pena q meu cabelo nãoo é bom como o dela :P
mas é isso aí
=***
Ai ai sumida again,mas ainda dá tempo de um micro post de terça u.u
Uma pequena dica na verdade:
O canal do youtube de uma menina japonesa ensinado a fazer vários penteados,eu tava vendo videos em inglês p/aprender a fazer ''fishtail braids''',mas só o dela q msmo sem entender nda do q ela diz, está realmente claro o.o
Vale mto a pena fuçar os outros videos,pena q meu cabelo nãoo é bom como o dela :P
mas é isso aí
=***
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Fatos quase inéditos: Meu bom humor...
Olha, estou num daqueles 3 dias no ano em que estou realmente de bom humor...
Hoje, só hoje, não vou escrever ranhetices, embora tenha ficado revoltada com o post da Djuli... Se a garota tava forçando uma amizade com a Djuli, ganhou inimizade de muita gente, mas como eu sempre digo que caráter se define pelas ações que você toma, logo, essa ação não discreve caráter nem fudendo, discreve total falta do mesmo... Porra, quer ganhar dinheiro fácil nas costas, vende trabalho escolar, cola de prova, roupa pra brechó... Se aproveitar do dinheiro alheio é de fuder o cu do palhaço...
Não que eu nunca tenha roubado, afinal, como vocês acham que eu conseguia dinheiro pra jogar fliperama??? Ora, pegando as moedinhas do Buda e do fundo da bolsa da minha mãe...
Anyway...
Eu vou participar do campeonato nacional de Jihad... \o/
Pra quem não sabe, Jihad é um jogo de cartas estilo Yu-Gi-OH, Magic, Pokémon e essas coisas que sempre vem de brinde num nerd...
Amoooo muito...
E tudo começou da seguinte forma: Sempre que eu via as pessoas jogando isso, notava que em cima das cartas haviam lindas pedrinhas de vidro coloridas, usadas como marcadores, e eu sempre dizia: Caramba!!! Queria jogar isso só pra ter pedrinhas coloridas!!! @_@
Logo que eu comecei a namorar, meu namorado aprendeu a jogar isso, em poucas semanas, percebi que eu estava sendo sériamente trocada por aquele joguinho "dinâmico"... Eram horas de atraso, com direito a bolo no dia dos namorados que ja ia ser comemorado com atraso (e eu louca pra fuder a noite toda...U_U)...
Então pensei: "Vamos unir o util ao agradável: se a única forma de eu conseguir ficar um pouco com meu namorado for tentar aprender essa coisa, ok, eu tento..."
Acontece que, o que a cocaína, os ácidos, as anfetaminas não destruiram, os antidepressivos, antipsicóticos e anti-tudo-que-vocês-possam-imaginar destruiram... Tenho seríssimos problemas para me concentrar, principalmente num evento desses... E depois de certo tempo jogando, meu cérebro dói e entra em pane, logo, por mais que eu queira, o cérebro não permite que eu jogue mais de 3 partidas SEGUIDAS... No campeonato não vai ser assim, então acho que até vai dar...
Bom, demorei mas aprendi o que carta faz, sendo eu uma mera ignorante que aprendeu inglês jogando Resident Evil a vida toda, as cartinhas (todas) em inglês necessitam de um trabalho árduo do meu queijo suiço (é assim que chamo meu cérebro)...
Precisei assimilar os desenhos das ações da carta, com o conteúdo escrito mais as gravuras, o que me custou batidas leves no crânio e algumas cartelas de paracetamol...
Feito isso, eu jogava... Bastava jogar e tava tudo bom... Mas foi aí que a coisa começou a mudar...
Descobri nesse fim de semana que, meu deck bate muuuuuito....\o/
Tipo, ta arregaçando a mesa toda, logo, é o tipo de deck pra competir...
A idéia de competição nunca foi minha praia desde pequena, pra mim sempre compensou o suborno e as praticas menos ortodoxas de ter o que eu quero, logo, competir não é pra mim...
Vai ser numa chácara em Cotia, e no feriado de 7 de setembro... Prolongadão, longe do meu Shrek??? De jeito nenhum, homem sozinho dá trabalho, mas nada se compara ao meu namorado... Pra quem se excita com o filme da Rita Cadillac, não posso confiar muito na fidelidade dele, acredito no sentimento, mas sabe como é homem, aquela coisa de corpo, só sexo, instinto... =/
Ainda mais que eu descobri que, provavelmente as mulheres que eu temo e que ele venera estarão lá, para o suposto evento da noite... Eu morro do coração né...
Sou o tipo de pessoa possessiva, confesso, mas não armo barraco nem nada assim, sou daquelas que reconhecem que tô brisando sozinha, mas, sempre fico na espreita... Cuido mesmo, ainda mais com meu histórico de incapacidade humana, sexual, culinária e tudo o mais pra segurar homem...
Decidi entrar no campeonato porque tirando a Ana Paula, só eu e ela jogamos isso entre os menininhos... \o/
Ela é uma nerd gótica feia, eu quero ser a primeira nerd meia-sola a participar dessas coisas... E vamos combinar, se tudo o que eu faço é de menininho, porque não investir nisso???
Bom, foi assim que eu decidi que vou passar um feriado, numa chácara, no meio do nada, comendo pão pullman com frios e jogando cartas... Além de vigiar o namorado galinha...
O que que a gente não faz por amor né??
Ele nunca se esforçou pra fazer algo que eu gosto, eu sempre me esforço pra fazer as coisas que ele gosta... O importante é que se eu ganhar essa porra, vou baixar as calças e mostrar a bunda pra todo mundo... RÁ!!!
Acho que vou gritar muito a minha frase célebre das mesas de Jihad: "Who's your daddy???"
\o/
Hoje, só hoje, não vou escrever ranhetices, embora tenha ficado revoltada com o post da Djuli... Se a garota tava forçando uma amizade com a Djuli, ganhou inimizade de muita gente, mas como eu sempre digo que caráter se define pelas ações que você toma, logo, essa ação não discreve caráter nem fudendo, discreve total falta do mesmo... Porra, quer ganhar dinheiro fácil nas costas, vende trabalho escolar, cola de prova, roupa pra brechó... Se aproveitar do dinheiro alheio é de fuder o cu do palhaço...
Não que eu nunca tenha roubado, afinal, como vocês acham que eu conseguia dinheiro pra jogar fliperama??? Ora, pegando as moedinhas do Buda e do fundo da bolsa da minha mãe...
Anyway...
Eu vou participar do campeonato nacional de Jihad... \o/
Pra quem não sabe, Jihad é um jogo de cartas estilo Yu-Gi-OH, Magic, Pokémon e essas coisas que sempre vem de brinde num nerd...
Amoooo muito...
E tudo começou da seguinte forma: Sempre que eu via as pessoas jogando isso, notava que em cima das cartas haviam lindas pedrinhas de vidro coloridas, usadas como marcadores, e eu sempre dizia: Caramba!!! Queria jogar isso só pra ter pedrinhas coloridas!!! @_@
Logo que eu comecei a namorar, meu namorado aprendeu a jogar isso, em poucas semanas, percebi que eu estava sendo sériamente trocada por aquele joguinho "dinâmico"... Eram horas de atraso, com direito a bolo no dia dos namorados que ja ia ser comemorado com atraso (e eu louca pra fuder a noite toda...U_U)...
Então pensei: "Vamos unir o util ao agradável: se a única forma de eu conseguir ficar um pouco com meu namorado for tentar aprender essa coisa, ok, eu tento..."
Acontece que, o que a cocaína, os ácidos, as anfetaminas não destruiram, os antidepressivos, antipsicóticos e anti-tudo-que-vocês-possam-imaginar destruiram... Tenho seríssimos problemas para me concentrar, principalmente num evento desses... E depois de certo tempo jogando, meu cérebro dói e entra em pane, logo, por mais que eu queira, o cérebro não permite que eu jogue mais de 3 partidas SEGUIDAS... No campeonato não vai ser assim, então acho que até vai dar...
Bom, demorei mas aprendi o que carta faz, sendo eu uma mera ignorante que aprendeu inglês jogando Resident Evil a vida toda, as cartinhas (todas) em inglês necessitam de um trabalho árduo do meu queijo suiço (é assim que chamo meu cérebro)...
Precisei assimilar os desenhos das ações da carta, com o conteúdo escrito mais as gravuras, o que me custou batidas leves no crânio e algumas cartelas de paracetamol...
Feito isso, eu jogava... Bastava jogar e tava tudo bom... Mas foi aí que a coisa começou a mudar...
Descobri nesse fim de semana que, meu deck bate muuuuuito....\o/
Tipo, ta arregaçando a mesa toda, logo, é o tipo de deck pra competir...
A idéia de competição nunca foi minha praia desde pequena, pra mim sempre compensou o suborno e as praticas menos ortodoxas de ter o que eu quero, logo, competir não é pra mim...
Vai ser numa chácara em Cotia, e no feriado de 7 de setembro... Prolongadão, longe do meu Shrek??? De jeito nenhum, homem sozinho dá trabalho, mas nada se compara ao meu namorado... Pra quem se excita com o filme da Rita Cadillac, não posso confiar muito na fidelidade dele, acredito no sentimento, mas sabe como é homem, aquela coisa de corpo, só sexo, instinto... =/
Ainda mais que eu descobri que, provavelmente as mulheres que eu temo e que ele venera estarão lá, para o suposto evento da noite... Eu morro do coração né...
Sou o tipo de pessoa possessiva, confesso, mas não armo barraco nem nada assim, sou daquelas que reconhecem que tô brisando sozinha, mas, sempre fico na espreita... Cuido mesmo, ainda mais com meu histórico de incapacidade humana, sexual, culinária e tudo o mais pra segurar homem...
Decidi entrar no campeonato porque tirando a Ana Paula, só eu e ela jogamos isso entre os menininhos... \o/
Ela é uma nerd gótica feia, eu quero ser a primeira nerd meia-sola a participar dessas coisas... E vamos combinar, se tudo o que eu faço é de menininho, porque não investir nisso???
Bom, foi assim que eu decidi que vou passar um feriado, numa chácara, no meio do nada, comendo pão pullman com frios e jogando cartas... Além de vigiar o namorado galinha...
O que que a gente não faz por amor né??
Ele nunca se esforçou pra fazer algo que eu gosto, eu sempre me esforço pra fazer as coisas que ele gosta... O importante é que se eu ganhar essa porra, vou baixar as calças e mostrar a bunda pra todo mundo... RÁ!!!
Acho que vou gritar muito a minha frase célebre das mesas de Jihad: "Who's your daddy???"
\o/
sábado, 22 de agosto de 2009
Descomplicando a vida com Wikipédia
Nepotismo (do latim blá-blá-blá) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos. Nepotismo ocorre quando, por exemplo, um funcionário é promovido por ter relações de parentesco com aquele que o promove, havendo pessoas mais qualificadas e mais merecedoras da promoção.
José Sarney de Araújo Costa (Pinheiro, 24 de abril de 1930) é um político e escritor brasileiro. Foi o trigésimo primeiro presidente do Brasil, de 1985 a 1990. Vice-presidente eleito pelo Colégio Eleitoral, na época, assumiu o cargo devido ao falecimento do titular, Tancredo Neves.
É o atual presidente do Senado Federal do Brasil, desde o dia 2 de fevereiro de 2009
Dos atuais integrantes da Academia Brasileira de Letras, José Sarney é o membro mais antigo.
José Sarney é também, desde 1985, acadêmico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.
Sarcasmo (do grego antigo σαρκασμός "sarkasmos" ou blá-blá-blá) designa um escárnio ou uma zombaria, intimamente ligado à ironia com um intuito mordaz quase cruel, muitas vezes ferindo a sensibilidade da pessoa que o recebe
José Sarney de Araújo Costa (Pinheiro, 24 de abril de 1930) é um político e escritor brasileiro. Foi o trigésimo primeiro presidente do Brasil, de 1985 a 1990. Vice-presidente eleito pelo Colégio Eleitoral, na época, assumiu o cargo devido ao falecimento do titular, Tancredo Neves.
É o atual presidente do Senado Federal do Brasil, desde o dia 2 de fevereiro de 2009
Dos atuais integrantes da Academia Brasileira de Letras, José Sarney é o membro mais antigo.
José Sarney é também, desde 1985, acadêmico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.
Sarcasmo (do grego antigo σαρκασμός "sarkasmos" ou blá-blá-blá) designa um escárnio ou uma zombaria, intimamente ligado à ironia com um intuito mordaz quase cruel, muitas vezes ferindo a sensibilidade da pessoa que o recebe
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Pronto, ajudei milhões de brasileiros.
:)
Pronto, ajudei milhões de brasileiros.
:)
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Um (não tão) feliz dia dos pais atrasado
Dia dos pais passou faz pouco tempo e eu esqueci de escrever sobre essa figura tão mítica da nossa sociedade: o pai.
Antes de mais nada, quando a gente fala de comportamento social é preciso lembrar que a gente generaliza um certo estereótipo, não quero dizer aqui que não existam pais excelentes, apenas que eu não conheço nenhum e os que eu conheço seguem bastante um padrão de comportamento. O mesmo se aplica aos homens em geral, exceto que eu conheço muitos que possuem um caráter,
Bom, voltando aos pais. Às vezes acho absurdo comemorar um dia dos pais. Esse personagem que pelo menos das pessoas da minha geração, os que conheço, não merecem ser chamados de pai, não mesmo. Existem aquelas exceções que amam seus filhos, que cuidam dos filhos enquanto a mulher trai e vai pra... sei lá, pro Amapá, mas como eu disse, são exceções.
Na verdade, a maioria dos pais tem no máximo uma relação de provedor dos filhos, quase como um patrão, digamos, ele tem essa obrigação de alimentar os filhos. Fim, acaba por aí a linda relação entre pais e filhos. E isso é sendo otimista e dizendo que o pai vai prover e alimentar seus filhos, a maioria nem isso. E o pior é que isso se repete, se trepete e ninguém se comove a ponto de dizer que é um absurdo, já se tornou rotineiro, algo comum da classe pai. Agora, uma mulher partir e deixar seus filhos pra trás... ah, aí sim causa pânico, aí sim é um absurdo, mas o contrário acontece nas melhores famílias, diariamente e as pessoas nem sequer notam mais.
Esse tipo de atitude paterna vem de toda uma cultura, senão não seria tão comum acontecer, certo?
Há na nossa cultura, depois dos românticos do século retrasado, é claro, uma obrigação dos homens não amarem. Algo como: amor é coisa de mulher. É, e não é novidade, quem não viu aí as famosas e engraçadíssimas (ha ha ha) camisetas em que o coração do homem se localiza no pinto e o da mulher... hum, no seu lugar certo? Ou o famoso livro "Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor", algo assim. Essa é a mensagem mais clara, mais descarada de toda uma mentalidade escrota (talvez, literalmente escrota) envolvendo o universo masculino: a de que o homem não ama.
E o que todas essas estampas promovem é a ideia de que... hum, homens sempre foram assim! Desconsiderando toda uma história em que nossa cultura já foi diferente, em que as mulheres sim eram falsas e faziam sexo e os homens procuravam um amor sincero. Ou que há a possibilidade de que em outras culturas ao redor do mundo isso seja diferente também. Mas não, o que dizem essas estampas e a mentalidade escrota masculina é que homem não amar é um fator biológico, praticamente, quase uma deficiência crônica, uma psicopatia, só que – o que é mais absurdo! –encarada como um grande troféu, como uma dádiva e uma qualidade do homem viril e másculo.
Pois é! Que mulher nunca falou ou ouviu de sua amiga (ou mesmo amigo) que os homens são mais infantis, amadurecem mais devagar que as mulheres? Será que é um fator puramente biológico ou só consequência da mentalidade escrota masculina? Pois eu acho consequência.
Na época das cavernas as mulheres cuidavam da "casa" e da prole (afinal tinham um físico mais fraco) enquanto os homens saíam pra caçar. Em decorrência disso, as mulheres aperfeiçoaram a comunicação enquanto os homensficaram só nos músculos aperfeiçoaram as técnicas de caça e instrumentos e ciências na relação com o mundo. As mulheres adquiriram uma ciência na relação com as pessoas. Talvez daí um pouco dos motivos porque as mulheres ficaram famosas por cuidar da casa e serem afetuosas, enquanto os homens ficaram famosos por trabalhar, prover e aperfeiçoarem as técnicas e serem responsáveis por criar a ciência humana no que diz respeito a... sei lá, criar um binóculo, enquanto as mulheres criavam receitas. Só que de lá até hoje muita, MUUUUUUUUUUUUUUITA água correu e nós mulheres, graças as invenções que os próprios homens criaram, pudemos ficar em pé de igualdade – afinal músculos não eram mais estritamente necessários para sair e caçar – e pudemos ampliar nosso universo e sair por aí buscando outras alternativas de vida, além da casa e dos filhos. Enquanto isso, os homens... continuaram NA MESMA??? Não procuraram ampliar seu universo afetivo? Que pelo menos na minha opinião é o que faz a vida valer a pena??
Seja como for, em passos menores, os homens (eu espero) na atualidade estão começando a se interessar pelas atividades "femininas" e conhecendo o que é uma relação interpessoal de verdade. Enquanto isso acontece aos poucos, os pais antigos ainda são os velhos homens das cavernas... com a diferença que não caçam e muitas vezes não provem. Afinal, que relação é a relação de prover? Uma mera obrigação, se não tem o mínimo de amor e afeto envolvidos. É por isso que muitos pais fogem dessa obrigação, porque é, afinal, obrigação e não um desejo de cuidar dos filhos, o que aconteceria se fosse por amor.
No telejornal local daqui, teve uma matéria sobre os pais no dia dos pais. Um deles cuidava da filha enquanto a mulher tinha ido pra conchinchina trabalhar. Na matéria colocaram a "tocante" cena do pai penteando o cabelo da filha (na cozinha, urgh!, diga-se de passagem)... e ele penteava o cabelo da filha com a mesma aptidão que um macaco toca violino. PORRA! Pentear um cabelo é tão difícil?? A menina tava parecendo o Capitão Caverna com aquelas escovadas! Nessas horas me dá um nojinho do sexo masculino! Como eles podem ser tão inábeis?? Depois de anos cuidando da filha não saber passar um pente num cabelo? Ah vá pra pqp! Isso eu chamo de má vontade. Homens têm má vontade com o que não se refere ao universo masculino. Eles tem preguiça de tentar. E é preguiça de aprender que torna alguém inferior a alguém inteligente.
As mulheres foram abeis o suficiente pra adentrar o universo masculino, eles não se esforçam pra fazer o caminho inverso.
Claro, não é culpa exclusiva dos homens... é a própria imagem negativa que circunda o universo feminino que torna ele uma coisa desnecessária de se tentar. Nós mulheres também temos a obrigação de valorizar nosso universo, de mostrar seus atrativos.
Me dá pena ver que cada vez mais mulheres acham mais inteligente ser como os homens e pensar só em sexo selvagem (que como o próprio nome já diz é puro instinto animal sem sentido), do que valorizar um estilo de vida que valoriza o amor e o afeto. Não quero ser moralista de dizer que sexo sem compromisso não deve ser feito. Cada um é cada um! Só quero dizer que não devíamos ter vergonha de ter amor, de ter carinho. Isso não é algo que devemos lutar contra, pelo contrário. Um mundo baseado no amor seria MUITO melhor, todo mundo sabe disso.
Acho ilustrativa também as brincadeiras das crianças. A maioria das meninas ainda brincam de boneca, de dar carinho, de cuidar delas e de alimentá-las. A maioria dos meninos têm bonecos pra brincar de se estapear, de brigar, de guerrear. É como um reflexo do tempo das cavernas que não quer nos deixar...
Antes de mais nada, quando a gente fala de comportamento social é preciso lembrar que a gente generaliza um certo estereótipo, não quero dizer aqui que não existam pais excelentes, apenas que eu não conheço nenhum e os que eu conheço seguem bastante um padrão de comportamento. O mesmo se aplica aos homens em geral, exceto que eu conheço muitos que possuem um caráter,
Bom, voltando aos pais. Às vezes acho absurdo comemorar um dia dos pais. Esse personagem que pelo menos das pessoas da minha geração, os que conheço, não merecem ser chamados de pai, não mesmo. Existem aquelas exceções que amam seus filhos, que cuidam dos filhos enquanto a mulher trai e vai pra... sei lá, pro Amapá, mas como eu disse, são exceções.
Na verdade, a maioria dos pais tem no máximo uma relação de provedor dos filhos, quase como um patrão, digamos, ele tem essa obrigação de alimentar os filhos. Fim, acaba por aí a linda relação entre pais e filhos. E isso é sendo otimista e dizendo que o pai vai prover e alimentar seus filhos, a maioria nem isso. E o pior é que isso se repete, se trepete e ninguém se comove a ponto de dizer que é um absurdo, já se tornou rotineiro, algo comum da classe pai. Agora, uma mulher partir e deixar seus filhos pra trás... ah, aí sim causa pânico, aí sim é um absurdo, mas o contrário acontece nas melhores famílias, diariamente e as pessoas nem sequer notam mais.
Esse tipo de atitude paterna vem de toda uma cultura, senão não seria tão comum acontecer, certo?
Há na nossa cultura, depois dos românticos do século retrasado, é claro, uma obrigação dos homens não amarem. Algo como: amor é coisa de mulher. É, e não é novidade, quem não viu aí as famosas e engraçadíssimas (ha ha ha) camisetas em que o coração do homem se localiza no pinto e o da mulher... hum, no seu lugar certo? Ou o famoso livro "Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor", algo assim. Essa é a mensagem mais clara, mais descarada de toda uma mentalidade escrota (talvez, literalmente escrota) envolvendo o universo masculino: a de que o homem não ama.
E o que todas essas estampas promovem é a ideia de que... hum, homens sempre foram assim! Desconsiderando toda uma história em que nossa cultura já foi diferente, em que as mulheres sim eram falsas e faziam sexo e os homens procuravam um amor sincero. Ou que há a possibilidade de que em outras culturas ao redor do mundo isso seja diferente também. Mas não, o que dizem essas estampas e a mentalidade escrota masculina é que homem não amar é um fator biológico, praticamente, quase uma deficiência crônica, uma psicopatia, só que – o que é mais absurdo! –encarada como um grande troféu, como uma dádiva e uma qualidade do homem viril e másculo.
Pois é! Que mulher nunca falou ou ouviu de sua amiga (ou mesmo amigo) que os homens são mais infantis, amadurecem mais devagar que as mulheres? Será que é um fator puramente biológico ou só consequência da mentalidade escrota masculina? Pois eu acho consequência.
Na época das cavernas as mulheres cuidavam da "casa" e da prole (afinal tinham um físico mais fraco) enquanto os homens saíam pra caçar. Em decorrência disso, as mulheres aperfeiçoaram a comunicação enquanto os homens
Seja como for, em passos menores, os homens (eu espero) na atualidade estão começando a se interessar pelas atividades "femininas" e conhecendo o que é uma relação interpessoal de verdade. Enquanto isso acontece aos poucos, os pais antigos ainda são os velhos homens das cavernas... com a diferença que não caçam e muitas vezes não provem. Afinal, que relação é a relação de prover? Uma mera obrigação, se não tem o mínimo de amor e afeto envolvidos. É por isso que muitos pais fogem dessa obrigação, porque é, afinal, obrigação e não um desejo de cuidar dos filhos, o que aconteceria se fosse por amor.
No telejornal local daqui, teve uma matéria sobre os pais no dia dos pais. Um deles cuidava da filha enquanto a mulher tinha ido pra conchinchina trabalhar. Na matéria colocaram a "tocante" cena do pai penteando o cabelo da filha (na cozinha, urgh!, diga-se de passagem)... e ele penteava o cabelo da filha com a mesma aptidão que um macaco toca violino. PORRA! Pentear um cabelo é tão difícil?? A menina tava parecendo o Capitão Caverna com aquelas escovadas! Nessas horas me dá um nojinho do sexo masculino! Como eles podem ser tão inábeis?? Depois de anos cuidando da filha não saber passar um pente num cabelo? Ah vá pra pqp! Isso eu chamo de má vontade. Homens têm má vontade com o que não se refere ao universo masculino. Eles tem preguiça de tentar. E é preguiça de aprender que torna alguém inferior a alguém inteligente.
As mulheres foram abeis o suficiente pra adentrar o universo masculino, eles não se esforçam pra fazer o caminho inverso.
Claro, não é culpa exclusiva dos homens... é a própria imagem negativa que circunda o universo feminino que torna ele uma coisa desnecessária de se tentar. Nós mulheres também temos a obrigação de valorizar nosso universo, de mostrar seus atrativos.
Me dá pena ver que cada vez mais mulheres acham mais inteligente ser como os homens e pensar só em sexo selvagem (que como o próprio nome já diz é puro instinto animal sem sentido), do que valorizar um estilo de vida que valoriza o amor e o afeto. Não quero ser moralista de dizer que sexo sem compromisso não deve ser feito. Cada um é cada um! Só quero dizer que não devíamos ter vergonha de ter amor, de ter carinho. Isso não é algo que devemos lutar contra, pelo contrário. Um mundo baseado no amor seria MUITO melhor, todo mundo sabe disso.
Acho ilustrativa também as brincadeiras das crianças. A maioria das meninas ainda brincam de boneca, de dar carinho, de cuidar delas e de alimentá-las. A maioria dos meninos têm bonecos pra brincar de se estapear, de brigar, de guerrear. É como um reflexo do tempo das cavernas que não quer nos deixar...
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Se não gosta de ranhetice, então não leia!!!
Bom, o que dizer né??? Não tenho novidades pra contar que nem a Djuli, porque suburbanas como eu só sabe as "novis" do cadáver de um aviãozinho da boca que acharam morto a pauladas na rua de baixo... =/
Dju, não leve a mal, é que....CARAIO, não vou conhecer nem Santana do Parnaíba na minha vida... D=
Como eu sou a pessoa mais mal amada (não no termo literal, tambem, só faltava), mais ranheta, mais ranzinza, mais fudida e mais chata do blog, quero satirizar as desgraças de ser pobre...
Pra começar: Pobre é um ser "survivor" e criativo demais... Pra tudo...
No começo de namoro, as vezes meu namorado tomava chuva de moto e chegava em casa molhado... O que fazer pra roupa secar na manhã seguinte???
Oras, desde quando pobre tem secadora de roupa??? Pobre sai de casa pra trabalhar e puxa tudo da tomada, só deixa a geladeira senão aquela meia duzia de ovo e a garrafa de coca-cola cheia de água gelada estraga...
Pois bem, simples, a gente seca no forno... Isso mesmo, nóis liga o forno do fogão no baixo e enfia a roupa lá... É mágico, tipo, em minutos sua roupa sequinha outra vez, se for peças pequenas tipo cueca, é importante observar para que a mesma não mude sua cor para marrom e fique, por assim dizer, bem passada demais... (só pra constar que, o forno pode ser reaproveitado após isso, pois nenhuma bactéria sobrevive a uma temperatura superior a 100 graus celsius)
Funciona com tênis tambem, mas aí vc abre a porta do forno e encaixa o tenis com a sola pro lado de fora...
Pobre tambem lava roupa... Claro, que Ariel e OMO é pra quem pode... Pobre usa Tixan, Ace, Assim, Assado, Qual, Quão, Tanto... Essas coisas que nem espuma faz... Amaciante....kkkk ... é piada né... Pobre põe amaciante não, fica de olho pra roupa não esturricar no sol e tira do varal antes que a roupa fique igual as da Polly Pocket de tão dura...
Mas pobre "ixxxxperto" tasca vinagre dentro do tanquinho (esqueci de dizer que pobre não tem máquina e se fode todo pra torcer na mão as roupas) porque o vinagre amacia a roupa, e por incrivel que pareça, não fede... U.U
A culinária de pobre... Ahhhh, uma das maiores proezas das classes menos favorecidas... Nem vou citar casca de batata frita ou bolo de casca de banana porque os ricos, muito entediados com suas comidas gostosas e caras, roubaram o privilégio da culinária dos pobres, fazendo com que muitas coisas restrita aos pobres, virasse moda no meio entediante e sem conteúdo deles...
A carne de panela não é feita com suculentos cubos de carne tenra e macia, com legumes, pobre faz meio quilo de carne moída de 2° (passada duas vezes no moedor, muito importante isso....U.U) com 3 litros de água, uma batata e uma cenoura que é pra ter "sustança", coloca uma colher de coloral, sim, aquela porra de tempero com gosto e cheiro de nada mas que dá aquela corzinha horrenda na comida... Walla!!! Sua carne de panela tá pronta, deliciosa e rende que é uma beleza, essa receita ja durou pra semana inteira na minha casa, e eram 5 pessoas...
Uma mais simples é o engrossado de fubá, rende muuuuuito mais, é só comprar fubá mimoso, pegar aquela panela grandona que você usa as vezes pra tingir aquela sua calça jeans velha pra parecer que é uma nova, enche de água com sal, tasca o fubá lá e pronto... Você tem comida pra um batalhão...
Agradar os filhotes de pobre... Ahhhh, férias, a pirralhada suja e cheia de ranho no nariz empilhados no sofá de casa vendo sessão da tarde... Nada melhor que bolinhos de chuva... Pobre, lógico!!! Você pega muita farinha de trigo, tipo quase o saco todo, um ovo ( nem vem dizer que é artigo de luxo porque pobre só tem ovo e água na geladeira) água e açucar pra caralho, pra adoçar a vida amarga que pobre leva... Mistura tudo e mete na frigideira, depois mantenha muito rolos de papel no banheiro porque isso enxarca de gordura e a criançada vai cagar até sem o cú ver... Mas vão ficar feliz que só...
Passeio de pobre... Sim, porque pobre tambem tem que se divertir... Bom, a gente não menciona o trajeto de pobre, entre a casa e o trabalho e vice-versa, porque aí não seria passeio, seria viagem, e pobre não viaja!!!
Pobre se diverte só pelo fato de pegar ônibus... Geralmente cheio de filhos, a aventura começa ao embarcar a turma toda, inclusive a mulher que tá buchuda de novo, no busão...
Alguns, bem educados, claro, são sutis com os demais passageiros, pois desodorante é artigo de luxo e eles não precisam deixar mais notável o quanto a condição deles é ruim...
Hoje em dia no Brasil, a gente tá importando pobre, na verdade a gente começou a importar uma legião de pessoas que ja eram pobres em outro país mas que decidiram ser pobres num país diferente, quase igual aos brasileiros que trabalham em outros países, a diferença é que esse povo é tão pobre, tão pobre, que vieram ser pobres no Brasil!!! Exemplo disso é os chilenos/peruanos/colombianos/bolivianos e derivados... Nunca vi tanta gente dessa etnia nos ultimos tempos, to achando que tem mais chilenos/peruanos/colombianos / bolivianos e derivados aqui do que em seus países de origem...
Bom, voltando ao passeio... A rota é um parque público... Sim, porque cabe todo mundo, não paga pra entrar e tem comida pra todo mundo ao custo de R$2,00/3,00 por pessoa... Comparando a classe média que leva os dois filhos ao "xópim" num fim de semana, eles gastam, só em lanche do Mc Donald's, R$25,00, só o lanche das crianças... Já o pobre, com R$ 25,00 paga a condução dele e do parceiro (ou parceira), sim, porque filho de pobre é ensinado desde pequeno a entrar no busão e deslizar feito manteiga no pão quente, por baixo da catraca, antes mesmo que o cobrador note a presença deles... Pois bem, ele paga o busão (ida e volta) passa a tarde no parque e ainda comem um delicioso hot dog com suco de caju, ou popularmente conhecido "Carrossel de mosca"... Ao longo da tarde, as crianças brincaram horrores, andaram de bicicleta, patins, jogaram bola, tudo usufruído das crianças mais favorecidas, que compartilharam com eles, seus brinquedos... Sim, porque pobre tem uma comunicação excelente, não viram a reportagem da Veja sobre os flhos da p... opa, aleijadinhos, mindiguinhos e pobres que transformaram a mendingagem em profissão???
E quem (tirando eu, claro) não fica comovido de ver um tortinho, aleijado, cego, fudido, ramelento, fedorento, sujo num farol ou num cruzamento qualquer???
A vida é assim... E uns mendigos ganham mais do que eu por mês!!!
Meu primo pediu as contas em dezembro, virou aviãozinho do tráfico e já tem 3 motos e um carro, COM 17 ANOS!!!! Nem carta ele tem...
Eu tenho quase 30 e sou uma fracassada falida que vai chegar em casa hoje e comer tortinhas de limão salpicadas com Rivotril, pra esquecer que a vida é assim, que o mundo é foda e que.... Ahhhh, chega... Vou ficar lembrando do fim de semana que eu ganho mais...
PS: Djuli, não me leve a mal, não ando muito bem, sabe...
PS: Mas ninguem contesta que pobre é foda!!!
Dju, não leve a mal, é que....CARAIO, não vou conhecer nem Santana do Parnaíba na minha vida... D=
Como eu sou a pessoa mais mal amada (não no termo literal, tambem, só faltava), mais ranheta, mais ranzinza, mais fudida e mais chata do blog, quero satirizar as desgraças de ser pobre...
Pra começar: Pobre é um ser "survivor" e criativo demais... Pra tudo...
No começo de namoro, as vezes meu namorado tomava chuva de moto e chegava em casa molhado... O que fazer pra roupa secar na manhã seguinte???
Oras, desde quando pobre tem secadora de roupa??? Pobre sai de casa pra trabalhar e puxa tudo da tomada, só deixa a geladeira senão aquela meia duzia de ovo e a garrafa de coca-cola cheia de água gelada estraga...
Pois bem, simples, a gente seca no forno... Isso mesmo, nóis liga o forno do fogão no baixo e enfia a roupa lá... É mágico, tipo, em minutos sua roupa sequinha outra vez, se for peças pequenas tipo cueca, é importante observar para que a mesma não mude sua cor para marrom e fique, por assim dizer, bem passada demais... (só pra constar que, o forno pode ser reaproveitado após isso, pois nenhuma bactéria sobrevive a uma temperatura superior a 100 graus celsius)
Funciona com tênis tambem, mas aí vc abre a porta do forno e encaixa o tenis com a sola pro lado de fora...
Pobre tambem lava roupa... Claro, que Ariel e OMO é pra quem pode... Pobre usa Tixan, Ace, Assim, Assado, Qual, Quão, Tanto... Essas coisas que nem espuma faz... Amaciante....kkkk ... é piada né... Pobre põe amaciante não, fica de olho pra roupa não esturricar no sol e tira do varal antes que a roupa fique igual as da Polly Pocket de tão dura...
Mas pobre "ixxxxperto" tasca vinagre dentro do tanquinho (esqueci de dizer que pobre não tem máquina e se fode todo pra torcer na mão as roupas) porque o vinagre amacia a roupa, e por incrivel que pareça, não fede... U.U
A culinária de pobre... Ahhhh, uma das maiores proezas das classes menos favorecidas... Nem vou citar casca de batata frita ou bolo de casca de banana porque os ricos, muito entediados com suas comidas gostosas e caras, roubaram o privilégio da culinária dos pobres, fazendo com que muitas coisas restrita aos pobres, virasse moda no meio entediante e sem conteúdo deles...
A carne de panela não é feita com suculentos cubos de carne tenra e macia, com legumes, pobre faz meio quilo de carne moída de 2° (passada duas vezes no moedor, muito importante isso....U.U) com 3 litros de água, uma batata e uma cenoura que é pra ter "sustança", coloca uma colher de coloral, sim, aquela porra de tempero com gosto e cheiro de nada mas que dá aquela corzinha horrenda na comida... Walla!!! Sua carne de panela tá pronta, deliciosa e rende que é uma beleza, essa receita ja durou pra semana inteira na minha casa, e eram 5 pessoas...
Uma mais simples é o engrossado de fubá, rende muuuuuito mais, é só comprar fubá mimoso, pegar aquela panela grandona que você usa as vezes pra tingir aquela sua calça jeans velha pra parecer que é uma nova, enche de água com sal, tasca o fubá lá e pronto... Você tem comida pra um batalhão...
Agradar os filhotes de pobre... Ahhhh, férias, a pirralhada suja e cheia de ranho no nariz empilhados no sofá de casa vendo sessão da tarde... Nada melhor que bolinhos de chuva... Pobre, lógico!!! Você pega muita farinha de trigo, tipo quase o saco todo, um ovo ( nem vem dizer que é artigo de luxo porque pobre só tem ovo e água na geladeira) água e açucar pra caralho, pra adoçar a vida amarga que pobre leva... Mistura tudo e mete na frigideira, depois mantenha muito rolos de papel no banheiro porque isso enxarca de gordura e a criançada vai cagar até sem o cú ver... Mas vão ficar feliz que só...
Passeio de pobre... Sim, porque pobre tambem tem que se divertir... Bom, a gente não menciona o trajeto de pobre, entre a casa e o trabalho e vice-versa, porque aí não seria passeio, seria viagem, e pobre não viaja!!!
Pobre se diverte só pelo fato de pegar ônibus... Geralmente cheio de filhos, a aventura começa ao embarcar a turma toda, inclusive a mulher que tá buchuda de novo, no busão...
Alguns, bem educados, claro, são sutis com os demais passageiros, pois desodorante é artigo de luxo e eles não precisam deixar mais notável o quanto a condição deles é ruim...
Hoje em dia no Brasil, a gente tá importando pobre, na verdade a gente começou a importar uma legião de pessoas que ja eram pobres em outro país mas que decidiram ser pobres num país diferente, quase igual aos brasileiros que trabalham em outros países, a diferença é que esse povo é tão pobre, tão pobre, que vieram ser pobres no Brasil!!! Exemplo disso é os chilenos/peruanos/colombianos/bolivianos e derivados... Nunca vi tanta gente dessa etnia nos ultimos tempos, to achando que tem mais chilenos/peruanos/colombianos / bolivianos e derivados aqui do que em seus países de origem...
Bom, voltando ao passeio... A rota é um parque público... Sim, porque cabe todo mundo, não paga pra entrar e tem comida pra todo mundo ao custo de R$2,00/3,00 por pessoa... Comparando a classe média que leva os dois filhos ao "xópim" num fim de semana, eles gastam, só em lanche do Mc Donald's, R$25,00, só o lanche das crianças... Já o pobre, com R$ 25,00 paga a condução dele e do parceiro (ou parceira), sim, porque filho de pobre é ensinado desde pequeno a entrar no busão e deslizar feito manteiga no pão quente, por baixo da catraca, antes mesmo que o cobrador note a presença deles... Pois bem, ele paga o busão (ida e volta) passa a tarde no parque e ainda comem um delicioso hot dog com suco de caju, ou popularmente conhecido "Carrossel de mosca"... Ao longo da tarde, as crianças brincaram horrores, andaram de bicicleta, patins, jogaram bola, tudo usufruído das crianças mais favorecidas, que compartilharam com eles, seus brinquedos... Sim, porque pobre tem uma comunicação excelente, não viram a reportagem da Veja sobre os flhos da p... opa, aleijadinhos, mindiguinhos e pobres que transformaram a mendingagem em profissão???
E quem (tirando eu, claro) não fica comovido de ver um tortinho, aleijado, cego, fudido, ramelento, fedorento, sujo num farol ou num cruzamento qualquer???
A vida é assim... E uns mendigos ganham mais do que eu por mês!!!
Meu primo pediu as contas em dezembro, virou aviãozinho do tráfico e já tem 3 motos e um carro, COM 17 ANOS!!!! Nem carta ele tem...
Eu tenho quase 30 e sou uma fracassada falida que vai chegar em casa hoje e comer tortinhas de limão salpicadas com Rivotril, pra esquecer que a vida é assim, que o mundo é foda e que.... Ahhhh, chega... Vou ficar lembrando do fim de semana que eu ganho mais...
PS: Djuli, não me leve a mal, não ando muito bem, sabe...
PS: Mas ninguem contesta que pobre é foda!!!
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