segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Só pra variar...


Sabe porque o Mario foi ao terapêuta???
Porque ele estava passando por uma fase muito dificil...
(Ewerton que me perdoe, mas precisava escrever isso)
Pois é, sou igual a Marcely, mas diferente dela, só consigo filosofar na privada...
E foi filosofando na privada que tava pensando sobre novelas, amadas ou odiadas pelas pessoas...
E cheguei a seguinte possivel conclusão:

Algumas pessoas se perguntam "O que leva alguem a assistir novelas???"
Na reta final e emocionante de mais uma novela das 8, eu me atrevo a responder:
Novelas ditam tendências de moda, comportamento, além de muitas vezes, servir como utilidade pública, levando casos, fatos e idéias, até então ignorados ou desprezados pela sociedade...
E vale de tudo, desde ensinar que fazer Strip Tease pode ser uma coisa bonita e digna até concientizar as pessoas sobre o preconceito com a Sindrome de Down, racismo, classe social e homossexualidade...
O que leva uma pessoa a assitir novela é a frustração...
Essa frustração pode ser de varios tipos:
A mais comum, entre mulheres casadas de meia idade, é a falta de romantismo na própria vida, o que a leva a ficar bitolada nos romances que passam na telinha...
Tambem tem das mulheres bem sucedidas, que afinal, ainda querem demonstrar que preservam um lado feminino (ainda que bizarro) nelas e precisam saber sobre o que as outras mulheres falam, mas é só pra se sentir menos inferior aos assuntos mundanos ou se sentir superior e querer provar que apesar da vida corrida, ainda tem tempo pra bancar a Wonder Woman e ver novela...
Tem as senhoras, que entediadas com aquela vida de ir na feira, fazer almoço, olhar os netos, dar pão pros pombos na pracinha, assistem as novelas como se fossem parte da trama, muitas vezes chorando nos capítulos finais quando todo o elenco casa e tem filhos...
Existem casos isolados, de pessoas que aprendem a gostar da novela simplesmente porque a vida os forçou a isso...
Exemplo claro e real:
Meu funcionário namora a mesma garota a 5 anos... G-zuis, Mary, Joseph... 5 ANOS!!!
E nem é aquela coisa libertina de dormirem juntos, coisa e tal, é aquela coisa de ver todo dia, namorar no sofá vendo a novela...
TODO DIA!!! NO SOFÁ!!!
A novela acabou fazendo parte (forçado) do cotidiano dele... Como ele mesmo diz que agarrar não pode, logo, é melhor ver a Maya se atracando com alguem e imaginar que, talvez, no fim de semana algo possa acontecer, do que passar em branco...
Ele confessa que, depois de tanto tempo aprendeu a gostar de novelas...
No geral, as pessoas que assistem novelas gostam mesmo é dos barracos... Mais legal do que vizinhas se estapeando na feira, é acompanhar aquele possivel segredo sendo desvendado, aquela possivel traíção sendo revelada... E essa angústia pode durar uns dias ou a semana inteira, depende do quão filho da puta é o autor, pois tem uns que fingem que vai ser hoje, mas a coisa só se desenrola 2 semanas depois, até aí, ja roí umas 3 unhas na frente da tv...
Eu comecei a gostar de novelas desde muito nova, pois me casei com 15 anos e a unica alegria naquela vida desgraçada era ver os romances, os beijos, as paixões pela tv, e como não havia chance de me livrar daquilo tão cedo, sonhava em um dia ser beijada ou amada como nas novelas... Sim, eu ja fui uma pessoa com alma e coração antes de me tornar o Sr. Burns de saia...
O tempo foi passando e muitas vezes eu chegava a me identificar com certas histórias e personagens, as vezes aquilo me ocupava tanto que por um instante, esquecia da vida real...
Hoje em dia eu sou bem melhor que antes, porque descobri que amor a gente só vê na tv mesmo, mas que na vida real a gente pode viver da coisa carnal, o que é "mais mior di bão"...
Eu tambem prefiro os barracos, principalmente igual da semana retrasada, que a Melissa Cadore mandou os caras surrarem a amante do marido dela, a vilã Yvone... (YESSSS!!!! \o/ )
Sim, eu leio o blog da Glória Perez pra saber o que vai acontecer, além de vasculhar as revistas de fofocas novelísticas naquelas gôndolas próximas do caixa do supermercado... Mas recentemente descobri que a maioria das vezes, as informações são fail... Então recorro a internet pra ler o resumo da semana...
Cheguie a esperar 2 meses pra ver a cena que uma daquelas revistinhas xinfrins descreveram, a novela acabou e a cena nunca aconteceu... Pois é...
E quem nunca se identificou com alguma personagem??? Claro, nunca me senti nenhuma Helena do Manoel Carlos, mas ja teve coisas de novela que mais pareciam um capitulo da minha vida...
Todo mundo reclama da realidade que as novelas mostram e que não é condizente, mas a idéia é essa... Se fosse pra ver histórias verídicas, a gente não iria gostar de novela... A realidade é triste e feia, nem todo mundo faz ponte aérea com a Índia como se estivesse desembarcando no aeroporto de Campinas, faz favor né...
Até os favelados de novela são chiques... Não tem tanta pobreza, nem lugares feios, tem o que a gente quer ver, e a gente quer ver coisas boas, coisas bonitas e diferentes, se for pra ver a realidade, a gente assina um Pay-Per-View do jornal do Datena e pronto...
A idéia do "no final tudo fica bem" nos agrada, faz parecer que na vida tambem pode ser assim, que no final os malvados serão punidos e quem se ama fica junto...
Novela não é que nem filme, que acaba rápido e por mais suspense que seja, daqui duas horas tudo estará esclarecido... Na novela você tem que ser fiel, devota, ver todo dia, porque se pular um dia, é como se fosse tivesse ido embora da festa antes de cantarem os parabéns...
É por isso, que, por mais tosco que seja, por mais tonto que pareça, esse tipo de entretenimento é, e sempre será uma das coisas que o povo mais gosta, porque até pra alguem como eu, é preciso sonhar de vez enquando, nem que seja das 20:50 as 22:00...
^^

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Beijinho de côco

Ingredientes

- 1 lata de leite condensado
- Côco ralado a gosto
- 1 colher pequena de manteiga ou margarina


Preparo:

Taca tudo na panela até dar ponto e deixa esfriar antes de comer pra não queimar a língua.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Sobre a censura, sobre a moral e sobre o humor

Sobre a censura, sobre a moral e sobre o humor

Eu nunca assisti o tal do CQC – sim, eu juro, eu cheguei a ver um vídeo no youtube, mas não me interessou nem me fez rir, apesar de todos os elogios que ouço sobre o programa. Sabe aquelas matérias interessantes do Fantástico que você se diz: "peraí, isso aí é de um post do blog tal!"? Pois é, é o mesmo que pensei do CQC. Portanto, desliguem a tv e vão ler computador.
Agora, se CQC é bom ou ruim, não vem ao caso, nem vou argumentar, acho inútil argumentar sobre gosto, gosto se confunde muito com dogma e fé e vai entender estética – juro que queria entender a filosofia por trás da estética, mas Eros não me esclareceu o tanto quanto eu gostaria (talvez eu devesse desligar o Eros e ir ler um livro...). Mas o post não será sobre isso.
Estava vendo um post do twitter da Rubia quando descobri que o CQC está procurando um novo integrante. Aí logo surgiu na minha cabeça um comentário do tipo: "por que eles não contratam uma gostosa tipo Sabrina Sato ou Mulher Samambaia como 8o integrante? ". Daí fiquei pensando o quão degradante é um humor (ou qualquer programa) que usa gostosas pra reunir pontos de ibope, disso passei pra seguinte questão: "Toda censura é burra? No humor vale tudo?", só pelo caso de se pensar se seria moral ou não boicotar ou criticar esse tipo de atitude dos programas (e agora vocês sabem porque casei com um filósofo).
Antes de pular para a resposta, toda essa reflexão foi de segundos, sobre apenas um post de twitter, enquanto eu lavava pratos e colocava fita crepe nos cantos da parede, ou seja, eu costumo devanear filosoficamente sobre tudo e qualquer coisa, quem conhece meu blog pessoal, sabe disso. Quem conhece eu da comunidade de cabelos coloridos deve achar que estou pensando assim por causa do Eros e – sim, isso é uma justificativa, porque meus pensamentos tem copyrights só meus (apesar do interacionismo/behaviorismo ou qualquer outra coisa que você possa levar em conta nessa afirmação). E eu escolhi o Eros já por ser filósofo, não por ter cabelos macios e cacheados.
Mas voltando para a questão e todo o resto, eu lembrei de um texto (agora não me lembro qual) que falava do absurdo de qualquer censura, ainda mais se tratando de livros (como no caso dos livros adotados para as crianças que tinham – ohmeudeusdocéu! – palavreados e sexo (os livros tinham, não as crianças, você me entendeu)). E eu sempre ou quase sempre apoiei essa ideia: censura é algo extremamente idiota.
Mas, seja como for, ser totalitário nessa ideia é bastante complicado. Pense comigo: censura é algo idiota. Então eu devo aceitar que livros/novelas/filmes de teor altamente erótico sejam passados livremente pra crianças de 0 ano de idade a idosos de 100. Até aí, por mim, completamente ok. Mas se formos mais longe um pouco, censurar alguém por uma atitude imoral, seria besta. Ou censura tem dois sentidos nesse caso? Então, digamos, um cara mata um poodle toy de pancadas por diversão (fato verídico), seria idiota censurar isso? Pois é, pra mim censura não tem dois sentidos aí, tudo se trata de um mesmo sentido de censura: proibir. O problema é dividir o que é moral, do que é imoral. Portanto a questão é que a frase "qualquer tipo de censura é idiota" não é algo que eu aceite. Mas, por outro lado, talvez haja dois sentidos no censura sim, digamos: censurar atos é diferente de censurar ideias. Mas atos estão intrinsecamente ligados a ideias, ou não? Talvez não... eu posso escrever sobre sexo com crianças (ideia) ou posso filmar um filme pornográfico com crianças sendo bolinadas pela Xuxa (ação). Aí é que está, então reformulo a frase: "Censurar IDEIAS é idiota". Ou ideias podem partir pra ação? Ou ideias podem ferir? Entendem? É muito complicado! No meu caso, ideias não passam de ideias MESMO. E sim, milhares de mulheres podem achar muito excitante fantasiar que estão sendo estupradas (ideia), mas não gostariam NADA de ser realmente estupradas (ação), acredite.
Ou seja "Qualquer tipo de censura não é idiota, apenas as censuras que punem ideias". Porque não, ideias não ferem se não saem da sua cabeça. Sempre tem um imbecil que joga Doom e sai matando por aí, mas censurar Doom? Censurar o ato, não a ideia, a ideia em muitas cabeças não gera ação ("geração"), talvez na maioria.
Mas dentro disso, existe outro problema: as ideias que incitam os atos (a apologia), certo? Se eu falo: toda pessoa devia dar os peitos pra um gurizinho acariciar, porque é delicioso, isso é apologia. E a apologia deve ou não ser censurada? Aí conceituar o que é ou não é apologia seria dificultoso (é, de fato é).
O problema é que regras devem incluir todos, e sempre tem um merda que fode tudo. Democracia é um saco de conciliar com diversidade, concorda? A regra número 1 deveria ser apenas: "Não faça para o próximo o que não gostaria que fosse feito com você mesmo, ou melhor, o que esta pessoa não gosta que seja feito com ela (afinal você pode ser masoquista, isso não quer dizer que a outra pessoa também seja)". Isso simplifica um mooonte de leis – e também complica – afinal gostar é algo tão complexo, que nem quem entende de estética sabe explicar e... é, não existe moral que controle o mundo todo.
Agora, o rumo do meu post tomou todo outro, porque eu queria falar também de humor (mas bom, humor é ideia, e dificilmente apologia). Digamos que eu faça piada sobre crimes sexuais com crianças (estou usando o mesmo tema pra facilitar a comparação e porque é um tabu fácil de causar ódio, exceto para os padres católicos /sandy). Eu acho que falar brincando é MUITO menos perigoso ainda do que falar a sério, porque ninguém (normal) é influenciado por algo que está sendo ridicularizado ou patetizado (função do humor). Mas eis que depende muito do caso também. Ache absurdo ou não, eu acho MUITO mais aceitável fazer piada sobre crianças mancas, cegas, violentadas, esfomeadas, do que fazer piada em cima de uma gostosa. Porque o humor negro mexe com sua moral, mas não a tira do lugar, você pode muito bem rir da desgraça sua e alheia (geralmente pra amenizar o impacto e tornar a vida um pouco menos intragável, como é o meu caso), mas não compactuar com a existência dela. Porém dificilmente algo que é moralmente válido na nossa sociedade por caduquice – como é o caso da exploração da imagem das mulheres como mero objeto sexual –, vai ser refutado pelo humor, pelo contrário, vai ser só sedimentado. Algo que a moral já recusou (como o abuso sexual em crianças), não vai ser ressuscitado por uma brincadeira, mas algo que você nem sabe que é idiota, vai ser só vivificado enquanto você se masturba olhando a mulher samambaia (vai ver porque aí nem se está brincando com o fato, está sendo levado a sério e sustentando essa situação).
Vai ver que aí entra a diferença entre ficção e real, ideia e ato. Você brinca, você está no campo das ideias, da ficção, você fala a sério, é real, é próximo do ato. Mas nem tudo é apologia só porque é sério, pode ser crítica, por meio da ironia. E mais uma vez eu considero a brincadeira e a ironia saudáveis e não problemáticos. Mesmo (ou ainda mais, se quer saber!) o humor negro. O humor negro é uma pancada na sua cabeça que faz você questionar um valor tido como certo e inquestionável. Todo preconceito vem da falta de questionamento, pensa bem! Se você se questiona, você conhece o motivo do seu ódio ou paixão por determinado assunto. E quando você reconhece por meio mesmo do humor negro que comer criancinhas não é algo correto, você só reafirma sua posição e a reconhece, não a muda. Mesmo se seu humor é do tipo preconceituoso – sobre judeus ou negros, por exemplo. Sim, mesmo nesse caso cujo apoio ainda não foi extinguido por completo e ainda não é tabu, existe uma leve diferença, se seu humor é inteligente ou se é burro, se você está falando pra alguém inteligente ou pra alguém burro. Falar que negro é inferior de forma irônica, demonstrando que esse pensamento é ridículo, é MUITO BOM, falar isso de uma forma que sustente, não é. Mas depende, nem todo mundo entende a ironia, portanto... use com moderação.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Tranças...

Oi!
Ai ai sumida again,mas ainda dá tempo de um micro post de terça u.u
Uma pequena dica na verdade:
O canal do youtube de uma menina japonesa ensinado a fazer vários penteados,eu tava vendo videos em inglês p/aprender a fazer ''fishtail braids''',mas só o dela q msmo sem entender nda do q ela diz, está realmente claro o.o




Vale mto a pena fuçar os outros videos,pena q meu cabelo nãoo é bom como o dela :P



mas é isso aí

=***

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Fatos quase inéditos: Meu bom humor...

Olha, estou num daqueles 3 dias no ano em que estou realmente de bom humor...
Hoje, só hoje, não vou escrever ranhetices, embora tenha ficado revoltada com o post da Djuli... Se a garota tava forçando uma amizade com a Djuli, ganhou inimizade de muita gente, mas como eu sempre digo que caráter se define pelas ações que você toma, logo, essa ação não discreve caráter nem fudendo, discreve total falta do mesmo... Porra, quer ganhar dinheiro fácil nas costas, vende trabalho escolar, cola de prova, roupa pra brechó... Se aproveitar do dinheiro alheio é de fuder o cu do palhaço...
Não que eu nunca tenha roubado, afinal, como vocês acham que eu conseguia dinheiro pra jogar fliperama??? Ora, pegando as moedinhas do Buda e do fundo da bolsa da minha mãe...

Anyway...

Eu vou participar do campeonato nacional de Jihad... \o/
Pra quem não sabe, Jihad é um jogo de cartas estilo Yu-Gi-OH, Magic, Pokémon e essas coisas que sempre vem de brinde num nerd...
Amoooo muito...
E tudo começou da seguinte forma: Sempre que eu via as pessoas jogando isso, notava que em cima das cartas haviam lindas pedrinhas de vidro coloridas, usadas como marcadores, e eu sempre dizia: Caramba!!! Queria jogar isso só pra ter pedrinhas coloridas!!! @_@
Logo que eu comecei a namorar, meu namorado aprendeu a jogar isso, em poucas semanas, percebi que eu estava sendo sériamente trocada por aquele joguinho "dinâmico"... Eram horas de atraso, com direito a bolo no dia dos namorados que ja ia ser comemorado com atraso (e eu louca pra fuder a noite toda...U_U)...
Então pensei: "Vamos unir o util ao agradável: se a única forma de eu conseguir ficar um pouco com meu namorado for tentar aprender essa coisa, ok, eu tento..."
Acontece que, o que a cocaína, os ácidos, as anfetaminas não destruiram, os antidepressivos, antipsicóticos e anti-tudo-que-vocês-possam-imaginar destruiram... Tenho seríssimos problemas para me concentrar, principalmente num evento desses... E depois de certo tempo jogando, meu cérebro dói e entra em pane, logo, por mais que eu queira, o cérebro não permite que eu jogue mais de 3 partidas SEGUIDAS... No campeonato não vai ser assim, então acho que até vai dar...
Bom, demorei mas aprendi o que carta faz, sendo eu uma mera ignorante que aprendeu inglês jogando Resident Evil a vida toda, as cartinhas (todas) em inglês necessitam de um trabalho árduo do meu queijo suiço (é assim que chamo meu cérebro)...
Precisei assimilar os desenhos das ações da carta, com o conteúdo escrito mais as gravuras, o que me custou batidas leves no crânio e algumas cartelas de paracetamol...
Feito isso, eu jogava... Bastava jogar e tava tudo bom... Mas foi aí que a coisa começou a mudar...
Descobri nesse fim de semana que, meu deck bate muuuuuito....\o/
Tipo, ta arregaçando a mesa toda, logo, é o tipo de deck pra competir...
A idéia de competição nunca foi minha praia desde pequena, pra mim sempre compensou o suborno e as praticas menos ortodoxas de ter o que eu quero, logo, competir não é pra mim...
Vai ser numa chácara em Cotia, e no feriado de 7 de setembro... Prolongadão, longe do meu Shrek??? De jeito nenhum, homem sozinho dá trabalho, mas nada se compara ao meu namorado... Pra quem se excita com o filme da Rita Cadillac, não posso confiar muito na fidelidade dele, acredito no sentimento, mas sabe como é homem, aquela coisa de corpo, só sexo, instinto... =/
Ainda mais que eu descobri que, provavelmente as mulheres que eu temo e que ele venera estarão lá, para o suposto evento da noite... Eu morro do coração né...
Sou o tipo de pessoa possessiva, confesso, mas não armo barraco nem nada assim, sou daquelas que reconhecem que tô brisando sozinha, mas, sempre fico na espreita... Cuido mesmo, ainda mais com meu histórico de incapacidade humana, sexual, culinária e tudo o mais pra segurar homem...
Decidi entrar no campeonato porque tirando a Ana Paula, só eu e ela jogamos isso entre os menininhos... \o/
Ela é uma nerd gótica feia, eu quero ser a primeira nerd meia-sola a participar dessas coisas... E vamos combinar, se tudo o que eu faço é de menininho, porque não investir nisso???
Bom, foi assim que eu decidi que vou passar um feriado, numa chácara, no meio do nada, comendo pão pullman com frios e jogando cartas... Além de vigiar o namorado galinha...
O que que a gente não faz por amor né??
Ele nunca se esforçou pra fazer algo que eu gosto, eu sempre me esforço pra fazer as coisas que ele gosta... O importante é que se eu ganhar essa porra, vou baixar as calças e mostrar a bunda pra todo mundo... RÁ!!!

Acho que vou gritar muito a minha frase célebre das mesas de Jihad: "Who's your daddy???"

\o/

sábado, 22 de agosto de 2009

Descomplicando a vida com Wikipédia

Nepotismo (do latim blá-blá-blá) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos. Nepotismo ocorre quando, por exemplo, um funcionário é promovido por ter relações de parentesco com aquele que o promove, havendo pessoas mais qualificadas e mais merecedoras da promoção.

José Sarney de Araújo Costa (Pinheiro, 24 de abril de 1930) é um político e escritor brasileiro. Foi o trigésimo primeiro presidente do Brasil, de 1985 a 1990. Vice-presidente eleito pelo Colégio Eleitoral, na época, assumiu o cargo devido ao falecimento do titular, Tancredo Neves.
É o atual presidente do Senado Federal do Brasil, desde o dia 2 de fevereiro de 2009
Dos atuais integrantes da Academia Brasileira de Letras, José Sarney é o membro mais antigo.
José Sarney é também, desde 1985, acadêmico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.

Sarcasmo (do grego antigo σαρκασμός "sarkasmos" ou blá-blá-blá) designa um escárnio ou uma zombaria, intimamente ligado à ironia com um intuito mordaz quase cruel, muitas vezes ferindo a sensibilidade da pessoa que o recebe

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Pronto, ajudei milhões de brasileiros.

:)